| Localizada a 25 km de Parati, essa Vila de pescadores é encantadora pelas sete praias que a compõem. Há praias selvagens, de naturismo, com bares e para surfar. |
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Paraty se torna o segundo mais importante porto do país por volta de 1700. Fundada na primeira metade do século XVI, Paraty manteve preservado o mais perfeito conjunto arquitetônico colonial brasileiro, tombado como patrimônio Histórico Nacional. Suas ruas de pedras perpetuam a época do Brasil-Colônia. |
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Construída em 1722, constitui-se a mais antiga edificação religiosa da cidade e, até a conclusão da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios, foi a Matriz de Paraty. Nela funciona o Museu de Arte Sacra de Paraty. Visitação de 4ª a domingo, de 9h as 12h e de 14h as 17h. End: Largo de Santa Rita, s/ nº - Centro Histórico. |
São dois saltos com aproximadamente 5m de altura, localizados a cerca de 11km de Paraty indo pela estrada Paraty-Cunha e depois pela Pedra Branca.
Localizada em trecho de rio que corre sobre rochas, a cachoeira destaca-se por bela piscina natural, e pequenas quedas d'água. Excelente local para banhos, pois além da piscina, há escorregas e duchas naturais. Fica a 6km de Paraty pela estrada Paraty-Cunha.
Dois saltos com alturas de 4m e 2m aproximadamente. A cachoeira é ótima para banhos tanto nas piscinas como nas duchas naturais. Fica a aproximadamente 30km de Paraty. End: Rodovia Rio-Santos (BR 101), km 158.
Sua construção foi em 1720. No entanto, uma das edificações que faz parte do conjunto arquitetônico da fazenda data de 1849. End: Fazenda Paraty-Mirim - Paraty-Mirim, a 19km de Paraty - Sede.
Erguida em 1722 e reedificada em meados de 1757. Anteriormente denominada Igreja de Nossa Senhora e São Benedito. Possui nos altares de São Benedito e São João Batista a mais importante talha das igrejas de Paraty. Visitação toda terça-feira, de 9h as 12h. End: Rua do Comércio / Rua Tenente Francisco Antônio – Centro Histórico.
Propriedade particular da família do navegador Amyr Klink. O nome bexiga vem de uma epidemia que assolou a região no início do século, cujas vítimas eram sepultadas na ilha. Possui uma única praia, na parte oeste, em uma pequena enseada de 30m de extensão. Por uma trilha chega-se ao topo da ilha onde estão localizadas as ruínas do Forte da Bexiga com antigas pilastras, muros de pedra e canhões.
Ilha pequena, com praia própria para mergulhos e pescarias. Uma trilha leva ao topo da ilha, de onde se descortina a Baía de Paraty, as ilhas próximas e o contorno da Serra. É a ilha mais visitada pelos turistas.
Caracteriza-se por altas montanhas, vales e grotões. É cortado por inúmeras trilhas que conduzem os seus pontos mais elevados passando, por rios e cachoeiras. O parque dispõe de diversas espécies vegetais como: palmito, xaxim, canela, baguaçu e embaúba. Nos pontos mais altos dominam cedros e pinheiros. As espécies mais comuns são: gavião-pega-macaco, hérpia, macuco, ouriço, preguiça, veado, anta e cotia. Criado pelo decreto 70694 de 8 de junho de 1972, possui área de 110mil hectares distribuída entre São Paulo (30%) e Rio de Janeiro (70%). O lado paulista engloba os municípios de Areias, Cunha, Ubatuba e São José do Barreiro e o lado fluminense Paraty e Angra dos Reis. Seu ponto culminante é o pico da Boa Vista (2132m). Contatos pelo tel.: (21) 577-1225 IBAMA.
É um estreito espaço entre rios de onde jorram águas formando um salto de aproximadamente 3,5m. Águas claras, transparentes e propícias a banhos. Há no local um poço bem fundo, além de excelente ducha natural. Descendo o rio, abaixo do poço, há um escorrega natural, bastante procurado pelos visitantes. Fica a 7 km de Paraty.
Localizada entre Rio de Janeiro e São Paulo, Paraty manteve comunicação com os grandes centros sem perder a própria cultura, as tradições e a tranqüilidade típicas das cidades do interior. A Praça da Bandeira é a sede da maioria dos eventos que ocorrem na cidade. O calendário anual é rico em festas típicas e religiosas como a festa do Divino e o Festival de Pinga – bebida produzida artesanalmente em alambiques do município. Outro exemplo de preservação das tradições religiosas é a Procissão do Fogaréu – realizada durante a Semana Santa, uma das poucas ainda existentes no país.
Essa cachoeira é na verdade uma enorme pedra lisa, onde se pode escorregar e cair numa piscina natural ideal para banho.
Aqui encontramos o calçamento original do século XVIII. Num total de 3km que podem ser feitos a pé ou a cavalo. O acesso para o Sítio é pela RJ-165 para Cunha.
A Prainha tem como principal característica suas águas calmas. Lá se encontra um barzinho para quem quiser matar a sede. O acesso é a partir da Praia Grande por uma trilha fácil.
Essa enseada tem como atração suas águas calmas, areia branca e, além disso, preserva as ruínas de antigos casarões e da Igreja de Nossa Senhora da Conceição. Para chegar a Parati-Mirim deve-se entrar no km 154,5 da Rio-Santos direção São Paulo.
Além dos bares e restaurantes que ficam abertos em Parati, outra boa opção é passear pelo centro histórico. A noite também é agitada na Vila de Trindade, onde existem bares com música ao vivo.
O pequeno teatro de câmara é a sede do grupo Contadores de Estórias, um premiado teatro de bonecos. O espetáculo "Em concerto" pode ser visto às quartas-feiras e sábados, às 21h. O teatro fica na Rua Dona Geralda, 327. Tel. (24) 3371-1575
O engenho de aguardente já foi casa de farinha e cafezal, além de ter funcionado como entreposto comercial na época do Ciclo do Ouro. A fazenda histórica conta com um pequeno zoológico e um museu. Há ainda um restaurante, que serve pratos da culinária brasileira. A especialidade da casa é o leitão à pururuca. Estrada Paraty-Cunha, km 6. Tel. (24) 3371-1153
Créditos: Turisrio